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HISTÓRIA

Descoberta
A história de São Tomé e Príncipe está ligada à história do descobrimento e da colonização portuguesa. Acredita-se que esta ligação tenha começado provavelmente em finais de 1470 e início de 1471, quando os navegadores portugueses João de Santarém e Pero Escobar descobriram as ilhas desabitadas (ilha de São Tomé em 21 de dezembro de 1470, e ilha do Príncipe em 17 de janeiro de 1471, respetivamente).


Povoado
Quinze anos após a descoberta (setembro de 1485), houve a primeira tentativa de colonizar as ilhas, porém sem sucesso. Somente em 29 de julho de 1493, quando a ilha de São Tomé foi doada a Álvaro de Caminha, a colonização teve início. Os primeiros colonizadores eram cerca de dois mil filhos de judeus expulsos da Espanha, escravos da costa africana, condenados, colonos europeus e nativos, filhos de escravos locais e colonos. O povoamento da Ilha do Príncipe só começou em 1500

Ciclos econômicos
Desde o início da colonização até a independência, a economia do país passou por diversos ciclos. A partir de meados do século XVI, a cana-de-açúcar foi introduzida, e São Tomé tornou-se o principal exportador de açúcar da África no final desse período. No início do século XVII, a economia do país enfrentou dificuldades devido às revoltas de escravos, que destruíram diversos engenhos de açúcar e levaram os comerciantes colonizadores a abandonar o país em busca de regiões mais prósperas, como o Brasil. No início do século XIX, o cacau foi introduzido e, anos depois, o café, iniciando assim um novo ciclo econômico que durou até a independência em 1975.
Hoje, São Tomé e Príncipe é um país que depende em grande parte da ajuda internacional, sendo o turismo, a pesca e o cacau e o óleo de palma os principais produtos de exportação.


Principais revoltas de escravos
Desde o início da colonização até a independência, a economia do país passou por diversos ciclos. A partir de meados do século XVI, a cana-de-açúcar foi introduzida, e São Tomé tornou-se o principal exportador de açúcar da África no final desse período. No início do século XVII, a economia do país atravessou um período conturbado devido às revoltas de escravos, que resultaram na destruição de vários engenhos de açúcar e no consequente abandono dos comerciantes colonizadores em busca de regiões mais prósperas, como o Brasil. No início do século XIX, o cacau foi introduzido e, anos depois, o café, iniciando assim um novo ciclo econômico que durou até a independência em 1975.
Hoje, São Tomé e Príncipe é um país que depende em grande parte da ajuda internacional, sendo o turismo, a pesca e o cacau e o óleo de palma os principais produtos de exportação.

A Independência
Desde o início da colonização até a independência, a economia do país passou por diversos ciclos. A partir de meados do século XVI, a cana-de-açúcar foi introduzida, e São Tomé tornou-se o principal exportador de açúcar da África no final desse período. No início do século XVII, a economia do país foi afetada por revoltas de escravos, que destruíram diversos engenhos de açúcar e levaram ao consequente abandono do país pelos colonizadores em busca de regiões mais prósperas, como o Brasil. No início do século XIX, o cacau foi introduzido e, anos depois, o café, iniciando assim um novo ciclo econômico que durou até a independência em 1975.
Hoje, São Tomé e Príncipe é um país que depende em grande parte da ajuda internacional, sendo o turismo, a pesca e o cacau e o óleo de palma os principais produtos de exportação.
